08 Março – Uma História de Luta e Conquista das Mulheres (Parte I)

O Dia Internacional da Mulher é comemorado em vários países ao redor do mundo. É um dia onde as mulheres são reconhecidas por suas realizações sem levar em conta as divisões, sejam nacional, étnica, linguística, cultural, econômica ou política. O Dia Internacional da Mulher surgiu pela primeira vez nos movimentos de trabalhadores na virada do século XX na América do Norte

Passeata das MulheresFonte: http://clipsme.blogspot.com.br/

e Europa, e, desde os primeiros anos assumiu uma dimensão global para as mulheres nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. O crescente movimento internacional das mulheres, que foi reforçado por quatro conferências globais para mulheres nas Nações Unidas, tem ajudado a tornar a comemoração um ponto de encontro para construir o apoio para os direitos e a participação das mulheres em áreas políticas, econômicas e tecnológicas.

Cronologia

Indústria têxtil de 1908 em Nova IorqueFonte: https://marzovioleta.wordpress.com/
  • 1909 – O primeiro dia nacional da mulher foi observado nos Estados Unidos em 28 de fevereiro. O Partido Socialista da América designou este dia em homenagem a greve da indústria têxtil de 1908 em Nova Iorque, onde as mulheres protestaram contra as condições de trabalho.
  • 1910 – A Internacional Socialista, se reuniu em Copenhagen e estabeleceu o Dia da Mulher, em caráter internacional, para homenagear o movimento pelos direitos das mulheres e para construir o apoio para alcançar o sufrágio universal para as mulheres. A proposta foi recebida com aprovação unânime na conferência com mais de 100 mulheres de 17 países, que incluiu as três primeiras mulheres eleitas para o Parlamento Finlandês. Mas ainda sem uma data fixa.
  • 1911 – Como resultado da iniciativa de Copenhagen, o Dia Internacional da Mulher foi marcado pela primeira vez (19 de março) na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, onde mais de um milhão de mulheres e homens participaram de manifestações. Além do direito de votar e ocupar cargos públicos, eles exigiram direitos das mulheres ao trabalho, à formação profissional e ao fim da discriminação no trabalho.

Cherolee Ramos, criadora do blog Mulheres na Engenharia.

 Confira a segunda parte do texto aqui.

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